Lia Drumond

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O cão… Victor Lebow

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Tradução:  “A nossa enorme economia produtiva exige que façamos do consumo nossa forma de vida, que tornemos a compra e uso de bens em rituais, que procuremos a nossa satisfação espiritual, a satisfação do nosso ego, no consumo. Precisamos que as coisas sejam consumidas, destruídas, substituídas e descartadas a um ritmo cada vez maior”

O cara teve (expressou?) a idéia que originou  (definiu?) nossa triste época…

Written by Lia Drumond

fevereiro 11, 2010 às 11:12

Publicado em Brisas

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9 Respostas

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  1. Já me criticaram tanto porque eu não sou consumista o quanto poderia (deveria) ser, porque eu não me visto seguindo a moda, porque eu não sou “ambicioso” o quanto o mundo exige… ser autêntico exige honestidade e acima de tudo, tenacidade…

    Álisson da Hora

    fevereiro 11, 2010 at 13:02

  2. Eu assisti a esse vídeo, então.. fico triste com a situação, tento fazer minha parte, mas ao tentar alertar outras pessoas, sinto que a informação é tratada com indiferença, as pessoas não querem saber, já estão tão inclusas nesse padrão de comportamento consumista, que ignoram o alerta. Quem vai contra a cultura massificada acaba sendo excluído socialmente, você percebe que as pessoas querem estar com quem não faça críticas e análises sociais, há uma fuga, é preferível assuntos pop e já ‘mastigados’ (de fácil entendimento), saber o que está na moda, a nova tecnologia inventada, os artístas mais comentados, não querem mais ter de pensar no que ta acontecendo em volta, na sociedade. E a moda agora é ser cult, é ser a favor da natureza e produtos naturais, mas ainda assim são tendências superficiais! Do tipo que tem quem se considere ‘inteligênte’ a medida que suporta ver algo monótono ou mesmo por estar por dentro do que os jornais e revistas ‘informam’, conteúdo selecionado, facilmente você confere notícias iguais e tendenciosas em jornais diferentes, como se não houvesse notícia suficiente; e os ‘naturalistas’ por tendência, quando o mercado aproveita pra vender produtos “naturais”, o light, sem gorduras trans, sucos (industrializados), a roupa de marca que é feita com tecido reciclado, ainda assim estimulando o consumo, e acontece uma falsa sensação de estar ajudando a natureza, de estar informado, sou cult, sou consciênte. Todos vítimas desse sistema de consumismo, onde as próprias pessoas se consomem, usam e descartam a medida do que lhe convém uma boa imagem e reputação, nos tornamos descartáveis. Não acho que a culpa seja de um homem só, mas da ambição de quem tem o poder, e nem o governo consegue ter controle do poder das grandes empresas. Enfim, poderia passar dias falando sobre, é algo triste, tenho pena do futuro.

    alexis

    setembro 28, 2010 at 21:24

  3. Texto completo deste porco consumista em inglês:

    “Our enormously productive economy demands that we make consumption our way of life, that we convert the buying and use of goods into rituals, that we seek our spiritual satisfactions, our ego satisfactions, in consumption. The measure of social status, of social acceptance, of prestige, is now to be found in our consumptive patterns. The very meaning and significance of our lives today expressed in consumptive terms. The greater the pressures upon the individual to conform to safe and accepted social standards, the more does he tend to express his aspirations and his individuality in terms of what he wears, drives, eats- his home, his car, his pattern of food serving, his hobbies.
    These commodities and services must be offered to the consumer with a special urgency. We require not only “forced draft” consumption, but “expensive” consumption as well. We need things consumed, burned up, worn out, replaced, and discarded at an ever increasing pace. We need to have people eat, drink, dress, ride, live, with ever more complicated and, therefore, constantly more expensive consumption. The home power tools and the whole “do-it-yourself” movement are excellent examples of “expensive” consumption.”

    Consumista,Porco Imundo

    Felipe Oliveira

    abril 19, 2011 at 0:04

  4. Infelizmente as pessoas estão cegas à esta situação. A mídia, o Governo e a sociedade elitista se encarregam da produção do colírio que os cegam. Todavia, cada um fazendo a sua parte, consumindo o necessário, sem exageros, participando de programas realmente voltados ao meio ambiente, desta firna concientizaremos muitas pessoas. Formemos formadores de opinião! Este é o caminho mais curto.

    José Montanher

    maio 2, 2011 at 12:56

  5. Hipócritas!

    João Flávio

    setembro 29, 2011 at 23:22

  6. ALEX

    outubro 3, 2011 at 12:11

  7. Realmente a nossa tarefa é constante, em primeiro lugar fazer a diferença, nem que seja a mais pequenina. Ter consciência de seus atos sempre vai valer a pena. Chega de sermos meros repetidores onde todas sofrem e todos reclamam sem razão.Precisamos mais do nunca termos ações, sem medo das criticas e das opiniões.Vale a pena ter consciência

    Rosalina Maria de Oliveira

    julho 20, 2012 at 16:08

  8. Somos pessoas tristes, o que fizeram conosco?
    Eu não me alegro mais nas compras. Vejo que tudo isso é vaidade de vaidade e que não há coisa mais vã que correr atrás do vento.
    O capitalismo é um sistema diabólico!
    Se não compramos como o sistema exige, se não trocamos as nossas “velharias”, somos vistos como antiquados. Nós não precisamos ser como os outros, isso é fuga de personalidade. Temos que ser autênticos e conscientes da destruição em massa que o sistema ocasionará. O saldo de tudo isso são as pessoas que buscam o sentido da vida na satisfação desses fúteis produtos da tecnologia. A questão aqui não é deixar de obter essas tecnologias, até mesmo porque necessitamos delas, mas sim a importância exacerbada que damos a elas, trocando as coisas mais simples da vida, como o contato direto com o próximo por objetos que cada vez mais nos distancia dele.

    Josi

    dezembro 27, 2013 at 8:47

  9. O texto completo existe na internet. Ele no documento original é tambem critico do modelo e deixa claro das falhas a longo prazo. Era um critico . Nao apenas mentor.

    ruben

    fevereiro 20, 2014 at 20:17


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